Relação de bordo (1964-1988) : diário ou nem tanto ou talvez muito mais / Cristóvão de Aguiar

Autor principal: Aguiar, Cristóvão de, 1940-Idioma: Português.País: Portugal, Porto.Menção da edição: 1ª ed.Publicação: Porto : Campo das Letras, 1999Descrição: 425 p.ISBN: 9726101581.Coleção: Campo da literatura, 24Nota de conteúdo: 1o v.: 1964-1988. - 425 p. 2o v.: 1989-1992. - 222 p Resumo: Cristóvão de Aguiar tem o cuidado de avisar quem se apreste a, com ele, viajar pelas páginas deste livro que se trata de um diário ou nem tanto ou talvez muito mais, deste modo alertando o desprevenido navegante para o facto de as rotas não estarem bem definidas na geografia difusa desta aventura literária, pelo contrário, serão determinadas pelos ventos das emoções, pelas calmarias da razão, pelas tempestades dos sentimentos, pelas correntes da vida. Quando, depois de percorrer o planeta mágico das palavras – depois de ter riscado uma cartografia sinuosa de um passageiro em trânsito; depois de ter arriscado as atribulações de um ciclone de Setembro; depois de ter conhecido os calores insuportáveis de um grito de chamas; depois de ter um braço tatuado como todos os nautas impenitentes; depois de reconhecer fantasias das ilhas dos amores e desamores; depois dos torrões mais íntimos e sofridos ter arrancado as raízes mais comovidas – quando depois de tudo isto estiver de novo em Coimbra, 25 anos passados e completos, o viageiro apenas poderá registar na Relação de Bordo o indefinível definitivo..Assunto - Nome comum: Literatura portuguesa -- diário -- séc. 20-21 | Literatura açoriana -- diário -- séc. 20-21 Recursos em linha:Clicar aqui para aceder em linha
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1o v.: 1964-1988. - 425 p. 2o v.: 1989-1992. - 222 p.

Cristóvão de Aguiar tem o cuidado de avisar quem se apreste a, com ele, viajar pelas páginas deste livro que se trata de um diário ou nem tanto ou talvez muito mais, deste modo alertando o desprevenido navegante para o facto de as rotas não estarem bem definidas na geografia difusa desta aventura literária, pelo contrário, serão determinadas pelos ventos das emoções, pelas calmarias da razão, pelas tempestades dos sentimentos, pelas correntes da vida.
Quando, depois de percorrer o planeta mágico das palavras – depois de ter riscado uma cartografia sinuosa de um passageiro em trânsito; depois de ter arriscado as atribulações de um ciclone de Setembro; depois de ter conhecido os calores insuportáveis de um grito de chamas; depois de ter um braço tatuado como todos os nautas impenitentes; depois de reconhecer fantasias das ilhas dos amores e desamores; depois dos torrões mais íntimos e sofridos ter arrancado as raízes mais comovidas – quando depois de tudo isto estiver de novo em Coimbra, 25 anos passados e completos, o viageiro apenas poderá registar na Relação de Bordo o indefinível definitivo.

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